O crescimento econômico do Brasil irá desacelerar em 2005 e 2006, devido sobretudo a um aperto monetário, mas seguirá saudável ante a forte demanda doméstica e a menor inflação, afirmou a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta terça-feira.
A OCDE prevê uma expansão de 3,7% neste ano, abaixo da taxa de 5,2 por cento em 2004. Para o ano que vem, o prognóstico é de 3,5%.
A inflação em 2005 deve diminuir para 6,3 % e em 2006, para 5%. As projeções constam do relatório de perspectivas globais da OCDE.