Rio de Janeiro, 22 de Maio de 2026

Cresce aprovação a Bush depois da ocupação

Sábado, 12 de Abril de 2003 às 17:45, por: CdB

Mais americanos aprovam a performance do presidente George W. Bush segundo uma pesquisa feita após a queda do regime de Bagdá, mas dois entre três cidadãos afirmam que é muito importante encontrar evidências de armas de destruição em massa no Iraque, reveçou, no sábado, a revista Newsweek. A publicação afirmou que a aprovação a Bush foi de 71 por cento em uma pesquisa conduzida entre quinta e sexta-feira, contra 68 por cento de uma avaliação feita duas semanas atrás. As forças dos EUA, que invadiram o Iraque em 20 de março e invadiram a capital na semana passada, ainda precisam encontrar evidências de armas químicas, biológicas e nucleares no Iraque. Os EUA lançaram a guerra sem o apoio das Nações Unidas com o propósito de desarmar o Iraque e derrubar o governo de Saddam Hussein. O Iraque negou que possua tais armas. Na pesquisa, 67 por cento disseram que "é muito importante matar ou capturar Saddam Hussein e acabar com qualquer dúvida sobre o seu paradeiro". "Os mesmos (67 por cento) afirmaram que é importante encontrar evidências convincentes de que foram banidas as armas químicas e biológicas que os EUA disseram que o Iraque estava escondendo dos inspetores da ONU", afirmou a revista. Setenta por cento dos entrevistados disseram que os EUA estavam certos em terem iniciado uma ação militar, contra 63 por cento da pesquisa anterior. Sessenta e dois por cento afirmaram que as baixas americanas sofridas na guerra eram aceitáveis para que se atingisse o objetivo de derrubar Saddam. Cento e nove soldados norte-americanos foram mortos na guerra, além de 30 britânicos. Dez estão desaparecidos. "Embora a maioria aprove a maneira como Bush vem lidando com a guerra no Iraque (74 por cento) e a maneira como ele vem administrando as políticas de prevenção ao terrorismo (78 por cento), esses índices caem para menos de 50 por cento quando se referem a questões domésticas", disse a Newsweek. Essas porcentagens variam de 40 por cento para questões de saúde e 50 por cento para educação. Cinquenta e um por cento afirmaram que gostariam de ver Bush reeleito, 38 por cento disseram que não e 11 por cento estavam indecisos, segundo a revista. Mil pessoas foram entrevistadas e a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

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