A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Armas, da Alerj, se dedicará, pelos próximos três meses, à investigação sobre o uso de armas de fogo, munições e explosivos por traficantes de drogas, milicianos, bicheiros e outros grupos criminosos no Estado.
– O que diferencia a violência no Rio de Janeiro da que ocorre em outros estados é a presença de armamento pesado. Cabe ao Parlamento contribuir para a segurança pública estadual na investigação da origem e na identificação daqueles que realmente lucram com esse negócio –, argumenta o deputado Marcelo Freixo, que deverá presidir o grupo.
Em 2008, Freixo presidiu a CPI das Milícias, que resultou no indiciamento de 225 envolvidos e na apresentação de 58 propostas de ações de combate a esses grupos.
– Durante a CPI das Milícias, percebemos que o tráfico de armas era um grande problema. O poderio armado de traficantes de drogas e milicianos é o que diferencia o crime do Rio do praticado em outros estados do País. Os armamentos apreendidos durante a ocupação do Complexo do Alemão evidenciaram isso –, exemplifica.
A relatoria da CPI deverá ficar com Wagner Montes. Os demais integrantes do grupo são os deputados Luiz Paulo (PSDB), Zaqueu Teixeira (PT) e Flávio Bolsonaro (PP). Gilberto Palmares (PT) e Paulo Ramos (PDT) serão membros suplentes.
CPI da Alerj vai investigar tráfico de armas
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Armas, da Alerj, se dedicará, pelos próximos três meses, à investigação sobre o uso de armas de fogo, munições e explosivos por traficantes de drogas, milicianos, bicheiros e outros grupos criminosos no Estado.
Segunda, 14 de Março de 2011 às 10:31, por: CdB
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Armas, da Alerj, se dedicará, pelos próximos três meses, à investigação sobre o uso de armas de fogo, munições e explosivos por traficantes de drogas, milicianos, bicheiros e outros grupos criminosos no Estado.
– O que diferencia a violência no Rio de Janeiro da que ocorre em outros estados é a presença de armamento pesado. Cabe ao Parlamento contribuir para a segurança pública estadual na investigação da origem e na identificação daqueles que realmente lucram com esse negócio –, argumenta o deputado Marcelo Freixo, que deverá presidir o grupo.
Em 2008, Freixo presidiu a CPI das Milícias, que resultou no indiciamento de 225 envolvidos e na apresentação de 58 propostas de ações de combate a esses grupos.
– Durante a CPI das Milícias, percebemos que o tráfico de armas era um grande problema. O poderio armado de traficantes de drogas e milicianos é o que diferencia o crime do Rio do praticado em outros estados do País. Os armamentos apreendidos durante a ocupação do Complexo do Alemão evidenciaram isso –, exemplifica.
A relatoria da CPI deverá ficar com Wagner Montes. Os demais integrantes do grupo são os deputados Luiz Paulo (PSDB), Zaqueu Teixeira (PT) e Flávio Bolsonaro (PP). Gilberto Palmares (PT) e Paulo Ramos (PDT) serão membros suplentes.