Rio de Janeiro, 28 de Outubro de 2026

Corregedor entregará relatório sobre Álvaro Lins nesta segunda-feira

O corregedor-geral da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), vai entregar, nesta segunda-feira, à Mesa Diretora da Casa o relatório da Corregedoria sobre as denúncias de quebra de decoro parlamentar por parte do deputado Álvaro Lins (PMDB). (Leia Mais)

Segunda, 09 de Junho de 2008 às 08:44, por: CdB

O corregedor-geral da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), vai entregar, nesta segunda-feira, à Mesa Diretora da Casa o relatório da Corregedoria sobre as denúncias de quebra de decoro parlamentar por parte do deputado Álvaro Lins (PMDB).

– O processo corre em segredo de Justiça, mas temos dados suficientes que não deixam margem para dúvidas de que houve quebra de decoro pelas ações pretéritas e presentes. Com isso, o relatório sugere a cassação do mandato do parlamentar – declarou Luiz Paulo.

Com a entrega, que será feita na Sala da Presidência, no Palácio Tiradentes, a Mesa Diretora, caso aprove o relatório, enviará as denúncias ao Conselho de Ética, presidido pelo deputado Paulo Melo (PMDB), que dará início à abertura do processo de cassação.

Na última quarta-feira, o deputado estadual e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Álvaro Lins (PMDB) prestou em sessão fechada na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e negou o conteúdo da gravação das fitas com as escutas telefônicas que constam no relatório da Polícia Federal. Lins chegou por volta das 10h e entrou por uma entrada lateral da Alerj.

Houve tumulto agora a pouco com a postura da deputada estadual Cidinha Campos (PDT), que criticou o fato de não poder fazer perguntas durante o depoimento de Lins. Ela criticou a postura do corregedor-geral da Alerj, deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), a permitiu apenas assistir ao depoimento.

Álvaro Lins foi preso na semana passada pela Polícia Federal na operação Segurança Pública S/A, mas foi solto um dia depois por decisão da Alerj, que considerou a prisão arbitrária.

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