Dos 30 presos mortos, 11 terão que passar por exame de DNA para ser identificados. Algumas vítimas foram mutiladas, e outras, carbonizadas, o que dificulta a identificação.
A Secretaria de Administração Penitenciária está convocado as famílias para que entrem em contado com assistentes sociais e possam ter acesso ao exame.
Os outros 19 corpos já foram liberados. Além dos presos, o agente penitenciário Marco Antônio Borgatte morreu. Ele foi assassinado com um tiro de escopeta nas costas, ao tentar fugir dos rebelados.