O corpo do ex-governador Leonel Brizola deixou às 9h30, o Palácio Piratini, onde foi velado. Ele foi transladado em avião do governo do Estado para São Borja, a 600 quilômetros da capital, onde chegou às 11h. O sepultamento aconteceu às 16h.
A banda da Brigada Militar executou o hino riograndense e o toque de silêncio enquanto o caixão era colocado em um carro fúnebre. O presidente em exercício, José Alencar, acompanhado do ministro Ciro Gomes (Integração Nacional) e políticos, chegou ao Palácio Piratini às 9h10, permanecendo 20 minutos no velório. Depois, embarcou para São Paulo.
Homenagem póstuma
No velório, o presidente da República em exercício, vice-presidente José Alencar, disse que "Brizola foi um grande brasileiro pela sua probidade". Alencar destacou que "Brizola foi um nacionalista puro e o Brasil precisa sempre lembrar desse nacionalista - a memória nacional irá respeitá-lo".
Segundo o presidente em exercício, o ex-presidente nacional do PDT teve a oportunidade de mostrar seu nacionalismo em 1961 e em 1964.
- O Brasil vai lembrar o esforço que fez para que a democracia não se esvaziasse, com a legalidade - acrescentou, antes de viajar para São Paulo.