Copa: Felipão procura substituto de Luis Gustavo para o próximo jogo
Definir o substituto de Luis Gustavo, suspenso pelo segundo cartão amarelo, é a grande preocupação do técnico Luis Felipe Scolari, que a partir desta segunda-feira começou a preparar a Seleção Brasileira que na próxima sexta enfrenta a Colômbia pelas quarta-de final da Copa do Mundo, no Estádio Castelão, em Fortaleza, Ceará.
Os jogadores se reapresentaram nesta segunda-feira em Teresópolis para o reinício dos treinos
Definir o substituto de Luis Gustavo, suspenso pelo segundo cartão amarelo, é a grande preocupação do técnico Luis Felipe Scolari, que a partir desta segunda-feira começou a preparar a Seleção Brasileira que na próxima sexta enfrenta a Colômbia pelas quarta-de final da Copa do Mundo, no Estádio Castelão, em Fortaleza, Ceará.
Os jogadores se reapresentaram nesta segunda-feira em Teresópolis para o reinício dos treinos na Granja Comary. Recuperar outrs jogadores de pequenas contusões também está na ordem do dia na Seleção.
O desgaste físico e emocional foi enorme no jogo contra o Chile, e, neste domingo, os jogadores do Brasil recarregaram as energias com um dia de folga. Julio Cesar, que defende duas cobranças de falota de pênallti no jogo contra o Chile, teve um domingo de herói junto da familia e de admiradores.
E aproveitou para lembrar que tinha apenas 17 anos quando em seu primeiro jogo no time profissional do Flamengo defendeu um pênalti em um Fla-Flu. Era o ano de 1997, e de lá até hoje, o goleiro evitou o gol na marca do cal muitas e mutas vezes.
Ele domina o segredo de defender um pênalti. Naquela hora da verdade, em que o atacante fica frente a frente com o goleiro, este imobilizado, à espera do que é mais possível acontecer: o gol.
Só que fica mais provável haver a defesa quando debaixo da trave está Julio Cesar. Ele possui um autocontrole impressionante que se exige do momento e esbanja a confiança que exibe desde os tempos de garoto - se existe uma virtude, entre mutas que ele possui, a confiança na sua capacidade é a maior de todas.
Então aconteceu o que estava anunciado. Julio Cesar foi o heroi da passagem da Seleção Brasileira às quartas de final. Um heroi mais do que provável, a contar o seu retrospecto e o currículo de "agarrador" de pênaltis.
Nada mais merecido, portanto, que a montanha de abraços com que foi sufocado pelos companheiros tão logo decretada a vitória de 3 a 2 nos pênaltis. Ele defendera duas cobranças e uma terceira foi parar na trave.
Mas não foram só os seus companheiros que agradeceram. O Mineirão, em coro, gritou o nome do herói do jogo: "Julio Cesar".
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