Rio de Janeiro, 22 de Setembro de 2026

Construção Civil: negócios pioram nos EUA e melhoram para os brasileiros

Sexta, 23 de Agosto de 2013 às 08:42, por: CdB
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O nível de emprego na construção civil brasileira nos primeiros dois meses do ano apresentou alta de 1,59%
As vendas de novas moradias para uma única família nos Estados Unidos caíram com força em julho para o menor nível em nove meses, lançando uma sombra sobre a recuperação do mercado imobiliário. As vendas diminuíram 13,4%, para taxa anual de 394 mil unidades, informou o Departamento do Comércio nesta sexta-feira. O governo também revisou fortemente para baixo sua estimativa para as vendas de moradias em junho. Embora os dados de moradias do governo estejam frequentemente sujeitos a grandes revisões, a leitura ficou bem abaixo das expectativas. A mediana das previsões em uma pesquisa da Reuters junto a analistas atingiu um ritmo de vendas de 490 mil unidades. No mês passado, o preço mediano para a venda de novas casas subiu para 257.200 dólares, ante 237.400 dólares no mesmo mês de 2012. No Brasil, os negócios na área da construção civil recuperam-se nas últimas semanas. As empresas de materiais de construção aumentaram o uso da capacidade instalada em agosto e elevaram a expectativa em relação aos investimentos previstos para os próximos meses, segundo pesquisa da associação que representa o setor, divulgada nesta sexta-feira. Segundo a Abramat, a utilização atual da capacidade instalada é de 83%, acréscimo de 1 ponto percentual sobre o nível observado no trimestre anterior. Em agosto, 74% das indústrias de construção disseram que pretendem investir nos próximos 12 meses, ante 70% em julho. No mesmo período do ano passado, a intenção era de 67%. Segundo o presidente da entidade, Walter Cover, as vendas para o varejo, que representam cerca de metade da receita do setor, devem crescer 5% em 2013. A pesquisa revelou que 62% das empresas acredita que as vendas continuarão boas no mercado interno em setembro. Em agosto, 56% das companhias avaliaram o desempenho como bom. Em julho, o índice de satisfação foi de 44%. À agência inglesa de notícias Reuters, Cover afirmou que a indústria de materiais de construção não vê o avanço da inflação como uma ameaça para a disposição do consumo dos brasileiros, ainda que os combustíveis sejam reajustados no ano.
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