O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) afastou nesta segunda-feira de suas funções o promotor Thales Ferri Schoedl, acusado de matar um estudante em Bertioga (SP), em dezembro de 2004. A decisão foi unânime.
Nesta segunda-feira, o CNMP suspendeu decisão do Órgão Especial do Ministério Público de São Paulo que, na última quarta-feira, determinou a reintegração do promotor por entender que ele teria cargo vitalício. O pedido foi feito pelo conselheiro Nicolau Dino.
O conselho abriu procedimento administrativo para investigar o caso. E vai decidir se o promotor tem direito ou não ao cargo vitalício, o que garante a ele um salário de R$ 10,8 mil. Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo Pinho, se perder essa prerrogativa, o promotor será julgado por júri popular e não mais pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Thales Ferri Schoedl pode recorrer.
Conselho afasta promotor acusado de assassinato em SP
Segunda, 03 de Setembro de 2007 às 13:06, por: CdB