Um comitê do Congresso dos Estados Unidos votou a favor de um mandado que obriga importantes assistentes da Casa Branca a testemunharem sob juramento a respeito da polêmica demissão de oito promotores federais.
A Casa Branca colocou os funcionários à disposição para um depoimento, mas não sob juramento, e vai resistir à nova ordem.
O Congresso quer interrogar Karl Rove, o mais importante conselheiro político do presidente George W. Bush, além de ser o ex-advogado do presidente.
Legisladores estão investigando a demissão, em 2006, de oito procuradores que, segundo críticos, teve motivos políticos.
O procurador-geral do governo americano, Alberto Gonzales, enfrenta pedidos para que renuncie ao cargo devido a estas demissões.
O presidente tem dado apoio a Gonzales, um confidente de longa data de Bush. Gonzales disse que os promotores foram demitidos, pois seus desempenhos ficaram abaixo do padrão exigido.
Investigadores do Congresso descobriram que a ex-conselheira de Bush, Harriet Miers, propôs a demissão de todos os 93 procuradores americanos, em todo o país, em 2005.
Um dos procuradores demitidos foi substituído por um ex-assistente de Karl Rove.
Bush disse na terça-feira que o Congresso deveria aceitar sua oferta para deixar os assistentes testemunhassem de forma particular, sem juramento ou transcrições dos depoimentos.
O presidente afirmou que vai resistir a qualquer ordem ou intimação para que seus assistentes testemunhem em público.
Congresso exige depoimento de assistentes de Bush
Quarta, 21 de Março de 2007 às 16:52, por: CdB