Com a proximidade da data limite para evitar um calote do governo norte-americano, os líderes parlamentares dos EUA vivem um tenso final de semana de negociações para tentar chegar a um acordo para elevar o teto da dívida de 14,3 trilhões de dólares do país.
Senadores democratas tentavam liderar a iniciativa pressionando pelo avanço do seu plano de redução de déficit, mas diferenças arraigadas permaneciam menos de 100 horas antes de o governo possivelmente ser forçado a dizer que não poderá mais tomar recursos emprestados para pagar suas contas.
Um clima azedo dominava o Capitólio em meio a acusações de lideranças democratas no Senado de que os colegas republicanos se recusavam a conversar, após seu líder Mitch McConnell dizer que queria negociar diretamente com a Casa Branca.
O presidente Barack Obama exortou os parlamentares a fecharem um acordo e evitar o que chamou de um default "indescupável".
- Há múltiplas maneiras de resolver esse problema - disse o democrata Obama em seu pronunciamento semanal. "O Congresso precisa encontrar um terreno comum em um plano que possa receber apoio de ambos os partidos. E é preciso que seja um plano que eu possa assinar até terça-feira."
A saga da dívida americana transferiu-se para o Senado na noite de sexta-feira, depois que a Câmara dos Deputados, controlada pelos republicanos, aprovou um plano de redução do déficit, rompendo uma semana de inércia política.
O Senado, dominado pelos democratas, rejeitou prontamente o plano, como era esperado, mas a aprovação anterior pelos deputados aumentou a esperança de que as duas casas cheguem a um acordo final.
O clima no Senado rapidamente azedou, no entanto, quando líderes democratas acusaram raivosamente o líder republicano do Senado, Mitch McConnell, de se recusar a falar com eles.
Congresso dos EUA corre contra o relógio em limite da dívida
Com a proximidade da data limite para evitar um calote do governo norte-americano, os líderes parlamentares dos EUA vivem um tenso final de semana de negociações para tentar chegar a um acordo para elevar o teto da dívida de 14,3 trilhões de dólares do país. Senadores democratas tentavam liderar a iniciativa pressionando pelo avanço do seu plano de redução de déficit, mas diferenças arraigadas permaneciam menos de 100 horas antes de o governo possivelmente ser forçado a dizer que não poderá mais tomar recursos emprestados para pagar suas contas.
Sábado, 30 de Julho de 2011 às 13:44, por: CdB