Delegadas e delegados exigem o fim da privatização do SUS paulista e a retomada da gestão pública dos equipamentos e serviços de saúde, hoje administrados por Organizações Sociais (OSs)
Por: Cida de Oliveira, Rede Brasil Atual
Publicado em 03/09/2011, 09:15
Última atualização às 09:15
TweetSão Paulo - A plenária final da 6a Conferência Estadual de Saúde, reunida em Serra Negra, no interior paulista, aprovou duas moções frontalmente contrárias à política de saúde que tem sido promovida pelo governo do Estado de São Paulo. A primeira rejeita a lei 1.131, de 2010, e demais dispositivos infra-legais, que ficou conhecida como a "Lei da Dupla Porta" e tem sido duramente criticada por diversas entidades, movimentos e militantes do Sistema Único de Saúde. Pelo texto aprovado, a 6a Conferência Estadual de Saúde exige do governo do estado de São Paulo e da Assembléia Legislativa a imediata revogação da lei.
Outra moção importante foi aprovada, esta em repúdio à entrega da gestão de serviços públicos de saúde paulistas para entidades privadas, que também vai frontalmente contra a atual política de terceirização desses serviços para as chamadas Organizações Sociais (OSs).