Rio de Janeiro, 03 de Setembro de 2026

Concacaf anuncia reformas para combater corrupção na Fifa

A Confederação de Futebol das Américas do Norte e Central e do Caribe (Concacaf) anunciou nesta segunda-feira um pacote de medidas com o objetivo de combater a corrupção e melhorar a transparência, após o envolvimento de dirigentes da entidade em um escândalo que manchou a imagem da Fifa.

Segunda, 06 de Julho de 2015 às 09:45, por: CdB
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Agente do FBI em frente a prédio com escritórios da Concacaf em Miami Seleção norte-americana recebe troféu da Copa do mundo de futebol feminino
  A Confederação de Futebol das Américas do Norte e Central e do Caribe (Concacaf) anunciou nesta segunda-feira um pacote de medidas com o objetivo de combater a corrupção e melhorar a transparência, após o envolvimento de dirigentes da entidade em um escândalo que manchou a imagem da Fifa. O presidente da Concacaf, Jeffrey Webb, seu assessor Costas Takkas e o membro do comitê executivo Eduardo Li estão entre os sete dirigentes presos em Zurique em 27 de maio como parte de uma investigação sobre um escândalo global de propinas na Fifa. O ex-presidente da CBF José Maria Marin também está entre os detidos. Todos os dirigentes continuam presos na Suíça, onde enfrentam processo de extradição para os Estados Unidos. A Concacaf informou que as medidas aprovadas por seu comitê executivo incluem um limite de mandatos e a publicação dos salários de seus funcionários.   Dirigentes da Fifa são vaiados
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  Dirigentes da Fifa foram vaiados pelos torcedores antes da entrega do troféu na final da Copa do Mundo feminina de futebol, que os Estados Unidos ganharam por 5 a 2 do Japão, no domingo. Apesar de o presidente da Fifa, Joseph Blatter, não ter ido ao Canadá durante o torneio e decidir, pela primeira vez, não entregar o troféu, a torcida, de maioria norte-americana, deixou claro seus sentimentos sobre a organização atingida por escândalos de corrupção. O locutor do estádio pediu à torcida para saudar os "dignitários" da Fifa no campo, e o grupo com cerca de 10 pessoas, liderado pelo vice-presidente da Fifa Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana de Futebol, foi recebido com fortes vaias. Blatter, de 79 anos, disse em entrevista ao jornal alemão Welt am Sonntag que sua primeira vez sem ir à final da Copa do Mundo feminina estava relacionada a preocupações sobre investigações sobre o escândalo. - Não tomarei riscos de viagem até que tudo esteja esclarecido - disse.    
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