Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Compromissos reafirmados na posse da ministra

Quinta, 09 de Junho de 2011 às 12:50, por: CdB

Foi praticamente com um roteiro de governo, um programa que pretende executar em sua administração, que a presidenta Dilma Rousseff recebeu a nova ministra-chefe do Gabinete Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, substituta do ministro Antônio Palocci.

"Nossos compromissos são ousados, como é o caso de manter a economia em crescimento, controlar a inflação, garantir a rigidez fiscal, criar mais e mais empregos, fortalecer nossa classe média, distribuir renda e, sobretudo, assegurar que um país rico é um país sem miséria", discursou a presidenta na cerimônia em que empossou a nova ministra e o ex-titular Palocci transmitiu o cargo à sua sucessora.

A chefe do governo lamentou a saída do "parceiro de lutas", lembrou o papel de Palocci, "artifice da jornada vitoriosa" que a elegeu no ano passado, admitiu publicamente estar "triste" com a partida do "amigo" e encerrou a despedida desejando-lhe  "boa sorte".

Não houve paralisia no governo


No trecho político de seu discurso, ela aproveitou para duas considerações importantes. Analisou o comportamento da oposição, "quase sempre ruidosa e nem sempre justa" e reiterou sua forma de agir e disposição de luta ao afirmar: "jamais ficaremos paralisados diante de embates políticos".

Dessa forma respondeu, também, boa parte de seus críticos que apontaram paralisia no governo até o desfecho da substituição do ministro Palocci pela ministra Gleisi.

Também o ex-presidente Lula, em sua primeira manifestação após a troca de ministros foi na mesma linha: "a presidente tem autoridade e fez (a substituição) no momento certo". Embora a mídia tenha dado outra interpretação à frase do presidente Lula, nega que o episódio tenha provocado paralisia no governo.

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