O Ministério da Defesa, por meio de sua assessoria de imprensa, esclarece que a Aeronáutica, mais especificamente a Comissão Projeto Aeronave de Combate (Copac), não faz a classificação dos aviões concorrentes do Projeto FX, que prevê a aquisição de novos caças para a Força Aérea Brasileira.
A afirmação é em resposta à notícia veiculada pelo jornal Correio Braziliense, à página 17 da edição deste sábado. Segundo o Ministério da Defesa, a informação é incorreta e não se baseia nos trâmites técnicos da Aeronáutica.
Ainda segundo a nota divulgada pela assessoria de imprensa do Ministério da Defesa, a Comissão da Aeronáutica estabelece uma matriz de critérios de avaliação técnica de diversos itens dos aviões.
O conjunto da concorrência - avaliação técnica e de transferência de tecnologia para o Brasil - será analisado pelo Conselho de Defesa Nacional, ao qual caberá a escolha do vencedor. À Comissão da Aeronáutica não cabe escolha. A Aeronáutica, claramente, não impõe uma ordem de primeiro, segundo ou terceiro colocados.
O Conselho de Defesa Nacional é que tomará a decisão quanto ao vencedor da licitação e quaisquer informações veiculadas antes da conclusão desse processo são especulações infundadas.