Rio de Janeiro, 23 de Outubro de 2026

Compositor luso terá obra interpretada no Rio

Uma obra orquestral do compositor português Eurico Carrapatoso será interpretada em estréia absoluta no dia 23, na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. A obra intitulada Tempus Fugit, será executada no âmbito das comemorações do 200º aniversário da chegada da família real portuguesa ao Brasil

Sexta, 08 de Agosto de 2008 às 12:04, por: CdB
Uma obra orquestral do compositor português Eurico Carrapatoso será interpretada em estréia absoluta no dia 23, na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro.

Encomendada ao compositor pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, a obra, intitulada Tempus Fugit, será executada no âmbito das comemorações do 200º aniversário da chegada da família real portuguesa ao Brasil e do estabelecimento da corte no Rio de Janeiro.

Segundo o site da secretaria de Cultura do Rio, a obra contém "uma referência à Carta Régia assinada por D. João 6º, que permitiu a abertura dos portos do Brasil ao comércio direto com as nações amigas".

A interpretação ficará a cargo da Orquestra Sinfônica Brasileira, dirigida por Flávio Florence.

No quadro das celebrações, também foram encomendadas obras a quatro compositores brasileiros.

As cinco obras, juntamente com outras do repertório sinfônico, serão ouvidas em um ciclo denominado "Música para a Família Real", que se iniciou em 25 de julho, com uma homenagem ao compositor Edino Krieger, na passagem de seu octogésimo aniversário.

Kriger compôs especialmente para a ocasião a peça orquestral “Abertura Solene”, que o site da Secretaria de Cultura do Rio define como "uma saudação de boas-vindas à Família Real".

Em 23 de agosto, além da peça de Carrapatoso, a Orquestra Sinfônica Brasileira executará "Gravuras sonoras a D. João 6º" para piano e orquestra, de Almeida Prado, que se inspirou nas gravuras de Jean-Baptiste Debret.

O ciclo termina em 30 de agosto com “Música para os fogos reais”, de Handel, e a obra inédita "Missa Brevis", de Ronaldo Miranda, para mezzo-soprano solo, coro e orquestra, sob a direção de Henrique Morelenbaum.
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