Rio de Janeiro, 11 de Agosto de 2026

Comparar 2003 a 2011 só pode ser má fé

Terça, 22 de Fevereiro de 2011 às 05:35, por: CdB

Só pode ser má fé a oposição e a mídia (leiam o Destaque do dia no alto do blog) fazerem comparações entre os cortes orçamentários deste ano e os de 2003, e a presidenta Dilma Rousseff fez muito bem em destacar as diferenças.

Vital mesmo, o que conta - e isto está acontecendo - é a manutenção da estratégia de desenvolvimento do país, reafirmada ainda ontem pela chefe do governo e, na semana passada, por iniciativas como a nova capitalização da Caixa Econômica Federal (CEF) e do BNDES.

Vejam, medidas já adotadas são complementadas agora pelas anunciadas com relação ao Nordeste, como por exemplo a criação da Secretaria Nacional de Irrigação, fundamental para a continuidade do desenvolvimento desta região. "Não há solução para o Nordeste, sem solução para o semi-árido nordestino",  acentuou a presidenta.

Tem o mesmo sentido seu resgate do compromisso de campanha, de criar o Ministério da Micro e Pequena Empresa, excelente iniciativa em apoio ao empreendedorismo desse setor de grande importância na economia nacional. Iniciativas como estas constituem avanços, tem sentido inovador e marcam a ação deste governo nos próximos anos em regiões e áreas fundamentais do país.

Garantia de continuidade do crescimento econômico


Temos, ainda, a garantia reiterada agora pela presidenta Dilma de que os cortes orçamentários não afetarão o crescimento econômico do país. Nem o econômico e nem o avanço social, já que nenhum dos programas voltados para o setor sofrerá qualquer contingenciamento.

Pelo contrário, serão implementados no ritmo programado, numa confirmação, mais uma vez, de que o governo Dilma é a continuidade com aperfeiçoamento e mudanças das políticas sociais desenvolvidas nos últimos oito anos pelo governo Lula.

A chefe do Estado mais uma vez tranquilizou o país ao adiantar que não permitirá o surgimento de pressões inflacionárias e ao relacionar a manutenção dos investimentos ao controle da inflação. "É importante que a taxa de investimento cresça acima da demanda por bens e serviços. A taxa de investimento integra a demanda e garante a ampliação da oferta", acentuou.

 

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