Um relatório da Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional classificou a situação no país como “muito desfavorável” apesar de o número de presos políticos ter reduzido desde o início do ano.
De acordo com a agência inglesa de notícias British Broadcasting Corporation (BBC), o relatório mostra que no início de 2008, havia 234 presos por motivos políticos em cadeias cubanas. Em 20 de julho, a cifra era de 219, “uma diferença mínima”, afirma a comissão.
O relatório ainda afirma que os números revelariam que não houve “mudanças no tratamento de dissidentes” desde que Raúl Castro foi eleito presidente pelo Parlamento cubano, em fevereiro e que “detenções arbitrárias” de curta duração teriam aumentado assim como o índice de prisões temporárias.
Como ponto positivo a comissão aponta a alteração das penas de morte para a maioria dos condenados.
A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional é um órgão independente e contrário ao governo.