A possibilidade de que o Brasil sofra com a falta de combustíveis por causa de uma oferta menor de álcool anidro no mercado foi descartada pelo presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda Soares. Ele explica que 80% das usinas de álcool já estão produzindo o produto, e que a tendência agora é aumentar a oferta de álcool anidro, produto que é responsável por 25% da composição da gasolina vendida nos postos.
– A situação está tranquila em todos estados. Há estoque suficiente do produto para o mercado brasileiro nas usinas de maior porte. Com isso não existe o risco de desabastecimento. Até porque a produção de álcool já foi iniciada em 80% das usinas do país –, disse Miranda.
– O período mais crítico, por causa da entressafra, é a primeira quinzena de abril. Ele já passou e a tendência é de que a situação melhore daqui por diante.
Miranda admite que houve “gargalos logísticos” na distribuição do anidro.
– O estoque é suficiente. Só que ele está concentrado nas grandes usinas. Houve uma certa dificuldade operacional porque lá se formaram filas de caminhões para distribuírem o produto. Como a procura aumentou, o preço acabou subindo proporcionalmente –, informou o presidente da Fecombustíveis.
Em junho do ano passado, o litro de alcool anidro era vendido a R$ 0,87.
– Agora cobram até R$ 3 por litro. Para reverter esse quadro, a Petrobras chegou até a importar anidro de milho dos Estados Unidos. Mas isso teve apenas caráter preventivo, para a formação de um estoque de segurança –, disse.
– Alguns postos de bandeira branca, não vinculados às grandes empresas do setor, do interior de São Paulo tiveram mais dificuldades para obter o combustível. Mas isso foi algo isolado, já que 70% do mercado de gasolina estão nas mãos da Petrobras, do Ipiranga, da Shell e da Ale –, argumenta Miranda.
Combustíveis: Brasil não corre risco de desabastecimento
A possibilidade de que o Brasil sofra com a falta de combustíveis por causa de uma oferta menor de álcool anidro no mercado foi descartada pelo presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda Soares. Ele explica que 80% das usinas de álcool já estão produzindo o produto, e que a tendência agora é aumentar a oferta de álcool anidro.
Segunda, 25 de Abril de 2011 às 10:50, por: CdB
A possibilidade de que o Brasil sofra com a falta de combustíveis por causa de uma oferta menor de álcool anidro no mercado foi descartada pelo presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda Soares. Ele explica que 80% das usinas de álcool já estão produzindo o produto, e que a tendência agora é aumentar a oferta de álcool anidro, produto que é responsável por 25% da composição da gasolina vendida nos postos.
– A situação está tranquila em todos estados. Há estoque suficiente do produto para o mercado brasileiro nas usinas de maior porte. Com isso não existe o risco de desabastecimento. Até porque a produção de álcool já foi iniciada em 80% das usinas do país –, disse Miranda.
– O período mais crítico, por causa da entressafra, é a primeira quinzena de abril. Ele já passou e a tendência é de que a situação melhore daqui por diante.
Miranda admite que houve “gargalos logísticos” na distribuição do anidro.
– O estoque é suficiente. Só que ele está concentrado nas grandes usinas. Houve uma certa dificuldade operacional porque lá se formaram filas de caminhões para distribuírem o produto. Como a procura aumentou, o preço acabou subindo proporcionalmente –, informou o presidente da Fecombustíveis.
Em junho do ano passado, o litro de alcool anidro era vendido a R$ 0,87.
– Agora cobram até R$ 3 por litro. Para reverter esse quadro, a Petrobras chegou até a importar anidro de milho dos Estados Unidos. Mas isso teve apenas caráter preventivo, para a formação de um estoque de segurança –, disse.
– Alguns postos de bandeira branca, não vinculados às grandes empresas do setor, do interior de São Paulo tiveram mais dificuldades para obter o combustível. Mas isso foi algo isolado, já que 70% do mercado de gasolina estão nas mãos da Petrobras, do Ipiranga, da Shell e da Ale –, argumenta Miranda.