O comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Ângelo, negou ter sido recebido a tiros pelos traficantes da favela Vila Cruzeiro, na Penha, no subúrbio do Rio, na manhã desta segunda-feira ao chegar para uma reunião com diretores e professores de escolas da região, no Centro de Referência de Assistência Social (Cras).
Segundo ele, o tiroteio aconteceu em outro ponto da favela, distante do local onde ele estava. A assessoria da Polícia Militar confirmou que a comitiva foi atacada.
- Tiros fazem parte da minha rotina como policial militar. Não fomos recebidos a tiros. Chegamos ao Cras por dentro da favela, paramos num bar para comer alguma coisa, conversamos com moradores. Os tiros estavam ocorrendo em outro ponto da favela. Não sei de onde estavam partindo os tiros. Fizemos a reunião com a comunidade e saímos tranqüilamente. Não fomos expulsos da favela -, afirmou coronel Ubiratan.
O secretário também negou que os tiros, tanto na entrada quanto na saída da favela, tenham sido disparados contra a comitiva oficial. Garcia disse que durante toda a reunião foram ouvidos estampidos do confronto entre a PM e os traficantes. No entanto, até um carro blindado da PM foi para o local para garantir a segurança das autoridades.
Reunião
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Ubiratan Ângelo, se reuniu, entre 8h e 9h15 desta segunda-feira, com líderes comunitários e professores, no Centro Social Carlos Drumond de Andrade, na Rua Taperuá, Favela do Caracol, no Complexo do Alemão, Penha, Zona Norte.
Houve tiroteio com a chegada da comitiva, por volta das 7h15. Traficantes reagiram a tiros e a PM revidou. Mesmo assim, a reunião acorreu normalmente na comunidade.
Comandante da PM nega ter sido recebido a tiros por traficantes no RJ
Segunda, 11 de Junho de 2007 às 13:52, por: CdB