Rio de Janeiro, 05 de Novembro de 2026

Com o PAC o Estado está entrando onde apenas bandidos entravam, afirma Lula

Segunda, 31 de Março de 2008 às 15:15, por: CdB

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que o estado, pela primeira vez, está entrando onde apenas os bandidos entravam, ao assinar ordem de serviço para o início das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.

Lula citou como exemplo as Favelas da Rocinha, de Manguinhos e do Pavão-Pavãozinho, onde já foram assinados termos para início de obras do PAC na cidade.

— O que nós queremos é melhorar a rua, tentar a acabar com a favela nesse país, construindo casa descente para as pessoas morarem. Queremos levar para os locais mais pobres hospital, escola —, afirmou o presidente.

Lula citou a dificuldade para que os recursos anunciados sejam convertidos logo em obras por causa de entraves burocráticos.

— Esse dinheiro existe, tem a decisão política de fazer, então não há nenhuma razão para que essas obras não aconteçam —, disse.

O presidente Lula voltou a criticar a oposição, afirmando que eles gostariam que ele e o governador do Rio, Sérgio Cabral, não estivessem na cerimônia lançando obras, mas sim quietos em seus gabinetes.

— Sei que tem algumas pessoas que são nossos opositores, que não gostam que eu esteja aqui. Enquanto a oposição grita e xinga, a gente trabalha, enquanto eles gritam e xingam, nós trabalhamos e vamos ver quem é que produz mais resultados para o povo brasileiro. E eu acho que nós vamos produzir mais resultados —, disse.

O presidente apresentou o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, como o pai do PAC no estado e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, como mãe nacional do programa. Na cerimônia também foram assinados termos de doação de telecentros a municípios do estado.

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