Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2026

Coluna do Sérgio Nogueira Lopes

Sexta, 16 de Julho de 2004 às 08:08, por: CdB

 

7 - Na farmácia
O Conselho Federal de Medicina conseguiu na Justiça a suspensão de uma 
resolução da Anvisa que permitia aos farmacêuticos que realizassem 
diagnósticos e prescrevessem medicamentos, o que consideram atos
exclusivos dos profissionais médicos. E quem vai fiscalizar os balconistas?

Pobreza

Quer dizer que o Brasil caiu sete posições  no Índice de  Desenvolvimento Humano da ONU? Perdeu de Cuba, Chile e Argentina?  E nossa renda per capita anual é de US$ 7.700 por ano? Aí tem tem alguma coisa errada, diz Geralda, a Malvada, para quem há alguém ficando com o dinheiro do povo. É sábia a nossa Geralda.


Caminhoneiros
Os caminhoneiros de todos os estados estão a meio caminho de organizar a  primeira grande greve do governo do presidente Luiz. Estão revoltados  com o péssimo estado das nossas estradas e a falta de segurança dos motoristas,  vítimas da violência dos ladrôes de carga. E mais: querem saber onde foram parar os recursos que o presidente Luiz prometeu para reparar as estradas durante sua campanha.

Exemplo
Uma empresa de transportes saudita comunicou sua saída do Iraque para
salvar a vida do motorista de caminhão egípcio sequestrado, disse a TV Al
Jazeera. Todos os funcionários da empresa serão retirados do país e as operações
canceladas. Em tempos de fortunas feitas em guerra, isso é um exemplo
singular de generosidade e respeito à vida.

Na surdina
A CancerVax, empresa de biotecnologia dos Estados Unidos, recebeu a
autorização inédita para furar o embargo econômico a Cuba e fabricar
três medicamentos experimentais contra o câncer desenvolvidos em Havana. Com
isso, as ações da empresa subiram quase 3% no pregão do dia. A decisão
excepcional, apoiada por vários parlamentares, vai na contramão das
recentes  restrições impostas pelos EUA a viagens e ao envio de dinheiro de
exilados cubanos para a ilha.

Atletas blindados
Uma empresa israelense ofereceu à Grécia ônibus com vidros e carroceria
blindada, utilizados pelos colonos de assentamentos judaicos, para o
transporte de atletas durante os Jogos Olímpicos de Atenas. São de 50 a
70  ônibus usados habitualmente para o transporte escolar de crianças e
adolescentes de assentamentos judaicos nos territórios da Cisjordânia e
de Gaza. A blindagem pode proteger o veículo e seus passageiros de cargas
explosivas de até 10 quilos de dinamite e de projéteis de 7.62
milímetros de calibre, informou Tuvia Livneh, diretor da companhia de consultores em
assuntos de segurança Sital International, com sede na cidade de Bnei
Brak.

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