O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove, a partir desta segunda-feira, o mutirão carcerário em Santa Catarina, pela primeira vez no Estado. Até dia 8 de julho, uma equipe de juízes, promotores de Justiça, defensores públicos e servidores do Judiciário vão revisar os processos dos presos e inspecionar as unidades prisionais.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove, a partir desta segunda-feira, o mutirão carcerário em Santa Catarina, pela primeira vez no Estado. Até dia 8 de julho, uma equipe de juízes, promotores de Justiça, defensores públicos e servidores do Judiciário vão revisar os processos dos presos e inspecionar as unidades prisionais.
A primeira inspeção ocorreu na Penitenciária de Segurança Máxima de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis. Mais de 20 mil processos de execução penal, de presos dos regimes fechado e semi-aberto do Estado, serão revisados pela uma força-tarefa.
Os principais presídios e penitenciárias catarinenses serão vistoriados por juízes do CNJ e do próprio Tribunal de Justiça. O Estado tem, hoje, cerca de 12 mil presos definitivos e três mil provisórios, divididos em seis penitenciárias.
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