Rio de Janeiro, 10 de Setembro de 2026

CMSE vê queda no risco de déficit de energia no Brasil

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) disse nesta quarta-feira que o risco de déficit de energia para este ano no Sudeste/centro-oeste caiu para 2,5%, ante 3,7% estimados no início de maio. O sistema elétrico brasileiro é preparado para conviver com um risco de qualquer déficit de até 5%.

Quarta, 11 de Junho de 2014 às 11:42, por: CdB
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O Comitê calculou ainda que entre 2015 e 2018 o risco de qualquer déficit de energia no Sudeste e no centro-oeste do país é de 4%
O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) disse nesta quarta-feira que o risco de déficit de energia para este ano no Sudeste/centro-oeste caiu para 2,5%, ante 3,7%  estimados no início de maio. (ID:nL2N0NT2FV). O sistema elétrico brasileiro é preparado para conviver com um risco de qualquer déficit de até 5%. Para o Nordeste, o risco de déficit de energia em 2014 é zero, segundo nota do CMSE emitida após reunião realizada nesta quarta. O Comitê calculou ainda que entre 2015 e 2018 o risco de qualquer déficit de energia no Sudeste e no centro-oeste do país é de 4%, enquanto no Nordeste esse risco é de 0,4%. - Embora as principais bacias hidrográficas onde se situam os reservatórios das regiões sudeste/centro-oeste e nordeste tenham enfrentado uma situação climática desfavorável no período úmido recém-encerrado, o Sistema Interligado Nacional dispõe das condições para o abastecimento do país - diz a nota do CMSE. Segundo o documento, o país tem uma sobra estrutural de cerca de 5,5 mil megawatts médios. Ao deixar a reunião, o presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Luiz Eduardo Barata, disse que não há "no momento" medidas complementares ao empréstimo de R$ 11,2 bilhões,  já esgotados, usado para cobrir os gastos das distribuidoras com a exposição ao mercado de curto prazo. Segundo ele, na contabilização do mercado de junho, relativa ao mês de abril, duas empresas deixaram de fazer o pagamento, a Ceron (de R$ 35 milhões) e a Ceal (de R$ 17 milhões). - Mas a informação que eu tenho é de que elas vão efetuar o pagamento nesta semana, o que significa que na próxima liquidação estas duas distribuidoras já estarão quites - disse Barata.
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