Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2026

Clubes de futebol da Inglaterra defendem permanência da Grã-Bretanha na UE

Os principais times de futebol da Inglaterra apoiam o campo do "Ficar" no referendo da próxima quinta que irá decidir se a Grã-Bretanha permanece ou não na União Europeia

Segunda, 20 de Junho de 2016 às 11:15, por: CdB

A organização oficial Vote pela Saída disse que jogadores nascidos na Grã-Bretanha teriam mais oportunidades se o país não tivesse mais que cumprir as regras de liberdade de movimento da UE

Por Redação, com Reuters - de Londres:

Os principais times de futebol da Inglaterra apoiam o campo do "Ficar" no referendo da próxima quinta que irá decidir se a Grã-Bretanha permanece ou não na União Europeia, porque deixar o bloco abalaria sua abordagem global nos negócios, disse o diretor-executivo da Liga Inglesa nesta segunda-feira.

O dirigente Richard Scudamore disse à rádio BBC que seria "incongruente" a Premier League apoiar uma desfiliação da UE.

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Diretor-executivo da Liga Inglesa, Richard Scudamore

– Será que estamos agindo da melhor maneira, como aqueles que querem desempenhar seu papel no mundo e ser cidadãos globais, ou será que queremos mandar uma mensagem que diz que, na verdade, estamos de certa forma levantando a ponte levadiça do lado de cá? – questionou Scudamore.

– Bem, isso não parece pegar muito bem quando você viaja pelo mundo todo, como fazemos.

A liberdade de movimento dos trabalhadores, um postulado central do bloco, tem permitido que os times contratem muitos jogadores de toda a UE.

Em março, a rede BBC noticiou que 332 jogadores europeus das primeira e segunda divisões dos campeonatos Inglês e Escocês não conseguirão cumprir os critérios atuais para jogadores de fora da UE se a Grã-Bretanha se desfiliar do bloco de 28 nações.

Normalmente se exige que os jogadores de fora da UE tenham sido escalados pelas seleções de seus países antes de se conceder a eles vistos de trabalho em solo britânico.

A organização oficial Vote pela Saída disse que jogadores nascidos na Grã-Bretanha teriam mais oportunidades se o país não tivesse mais que cumprir as regras de liberdade de movimento da UE e que os clubes teriam mais liberdade para contratar jogadores de todo o mundo.

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