Ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes preferiu não comentar a nota oficial do PPS, na qual o partido cobra do governo um aumento maior para o salário mínimo e o reajuste da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física. Sem nominar o presidente do partido, deputado Roberto Freire, Ciro desqualificou as críticas ao Executivo.
- Sou ministro do governo Lula. Não sirvo a dois senhores. Tenho limites éticos e as minhas opiniões, eventualmente antagônicas a este ou aquele rumo do governo, a esta ou aquela decisão do governo, o foro próprio para expressá-la eu tenho: é internamente, junto aos meus companheiros e junto ao presidente da República - disse Ciro.
Segundo o ministro, o partido é autônomo. "Pode dizer o que quiser":
- E pode fazê-lo com qualidade. O que não pode é somar a demagogia e as coisas mal lidas, mal pensadas e incompetentes como algumas coisas que eu tenho visto - concluiu.