Embora estejam fazendo sucesso pelo mundo, os cigarros eletrônicos foram vetados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Pesquisadores da Universidade da California-Riverside testaram cinco marcas de cigarros eletrônicos para saber se são seguros. Todos foram reprovados.
Ao contrário dos cigarros tradicionais, que funcionam à base da queima de tabaco, os eletrônicos vaporizam a nicotina, com outros diversos compostos químicos, na forma de aerossol.
Os pesquisadores lembram que ainda se sabe muito pouco sobre os efeitos do aerossol e pedem que os equipamentos saiam urgentemente das prateleiras, até que a segurança seja avaliada adequadamente.
Os pesquisadores dizem que não existem estudos científicos suficientes para provar a segurança dos cigarros eletrônicos, vendidos como um método seguro para deixar de fumar. De acordo com os pesquisadores, esses produtos têm muitas imperfeições, que podem causar sérios problemas de saúde pública.
Os pesquisadores afirmam que as embalagens não trazem informações de quantidade de nicotina e modo de uso e alertam que, qualquer fissura nos cartuchos, pode expor a nicotina, fazendo com que um perigoso efeito químico se espalhe, não só no organismo do fumante, mas em todo o ambiente.
Cigarros eletrônicos podem causar problemas de saúde pública
Embora estejam fazendo sucesso pelo mundo, os cigarros eletrônicos foram vetados pela Anvisa. Pesquisadores testaram cinco marcas de cigarros eletrônicos para saber se são seguros. Todos foram reprovados. Esses produtos têm muitas imperfeições, que podem causar sérios problemas de saúde pública.
Segunda, 06 de Dezembro de 2010 às 10:35, por: CdB
Embora estejam fazendo sucesso pelo mundo, os cigarros eletrônicos foram vetados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Pesquisadores da Universidade da California-Riverside testaram cinco marcas de cigarros eletrônicos para saber se são seguros. Todos foram reprovados.
Ao contrário dos cigarros tradicionais, que funcionam à base da queima de tabaco, os eletrônicos vaporizam a nicotina, com outros diversos compostos químicos, na forma de aerossol.
Os pesquisadores lembram que ainda se sabe muito pouco sobre os efeitos do aerossol e pedem que os equipamentos saiam urgentemente das prateleiras, até que a segurança seja avaliada adequadamente.
Os pesquisadores dizem que não existem estudos científicos suficientes para provar a segurança dos cigarros eletrônicos, vendidos como um método seguro para deixar de fumar. De acordo com os pesquisadores, esses produtos têm muitas imperfeições, que podem causar sérios problemas de saúde pública.
Os pesquisadores afirmam que as embalagens não trazem informações de quantidade de nicotina e modo de uso e alertam que, qualquer fissura nos cartuchos, pode expor a nicotina, fazendo com que um perigoso efeito químico se espalhe, não só no organismo do fumante, mas em todo o ambiente.