Rio de Janeiro, 09 de Abril de 2026

Cidade de São Paulo provoca problemas na audição

A Organização Mundial da Saúde estabelece um limite de 55 decibéis como um som confortável, mas, na capital paulistana, por exemplo, isto é quase impossível de se desfrutar. (Leia Mais)

Quarta, 21 de Junho de 2006 às 09:09, por: CdB

A Organização Mundial da Saúde estabelece um limite de 55 decibéis como um som
confortável, mas, na capital paulistana, por exemplo, isto é quase impossível de se desfrutar.

Academia, pistas de dança, buzinas, aviões pousando e decolando, obras e diversos outros lugares e atividades colocam São Paulo entre as metrópoles mais ruidosas do mundo. Esses ruídos podem gerar perda auditiva, e a solução para esse problema pode estar nos aparelhos auditivos.

- Os níveis de pressão sonora elevados prejudicam a audição. Isso estará diretamente relacionado com o tempo de exposição ao ruído que a pessoa está sem proteção auditiva e o nível de pressão sonora do ambiente que ela está exposta - explica a fonoaudióloga  e consultora da fabricante de aparelhos auditivos GN ReSound, Katya Freire.

- Os níveis de pressão sonora elevados prejudicam a audição - ressalta Katya.

Um dos lugares que geralmente possui som extremamente alto, de acordo com a profissional, são as academias.

- Realmente, o som de algumas academias são extremamente altos. Sem sabermos
o nível de pressão sonora que ocorre no ambiente da academia não dá para sabermos se está sendo prejudicial ou não às pessoas que frequentam o ambiente - completa Katya Freire.

A dica da fonoaudióloga é primeiramente procurar um otorrinolaringologista aos primeiros sinais de problemas auditivos.

Ele poderá diagnosticar o que está acontecendo. De acordo com o diagnóstico o médico poderá prescrever uso de tampão, de cirurgia ou de aparelhos auditivos.

- Os aparelhos auditivos evoluíram de maneira significativa, tanto em tecnologia quanto em design, e hoje podem ser encarados como um acessório, assim como os óculos - acrescenta a consultora da GN ReSound.

Muitas vezes, as pessoas por falta de conhecimento da tecnologia disponível no mercado e preconceito acabam tendo uma qualidade de vida insatisfatória, o que poderia ser revertido se, ao menos procurassem ajuda, consultando um médico otorrinolaringologista e uma fonoaudióloga, a fim de verificar qual seria o melhor aparelho auditivo para o seu caso.

Tags:
Edições digital e impressa