Rio de Janeiro, 04 de Outubro de 2026

Chuva não atrapalha show do <i>Kiss</i> na Praça da Apoteose

Quinta, 09 de Abril de 2009 às 08:36, por: CdB

O show do Kiss na noite desta quarta-feira na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, reuniu cerca de 14 mil fãs, de acordo com a organização do evento, que curtiram a apresentação de Paul Stanley, Gene Simmons e companhia durante 120 minutos.

A turnê Alive 35 está comemorando os 35 anos de sucesso dos mascarados que, subiram ao palco com os rostos maquiados de preto e branco. O show começou pontualmente às 21h30, repleto de efeitos especiais, como fogos de artifício, barulhos de explosão, chuva de papel picado e muitas luzes.

Quando uma imensa cortina negra com o nome da banda foi aberta, o público começar a gritar "Kiss, Kiss, Kiss...". As luzes foram apagadas e Paul Stanley conversou pela primeira vez com o público: "Ok, Rio. Vocês são os melhores!". Dance foi a primeira música do repertório da noite.

Os efeitos especiais com labaredas de fogo no palco contribuíram para esquentar a plateia. Ainda na canção de abertura, Paul, Gene e Tommy fizeram uma coreografia com seus instrumentos, divertindo o público.

Paul conversou com a plateia por diversas vezes, mas preferiu não arriscar nenhuma palavra em português.

– Fazia muito tempo que não víamos vocês. Quantas pessoas estão aqui esta noite? Estão prontos para rock'n'roll? - provocou o líder da banda antes de prosseguir com o show. Ele ainda fez questão de brincar com o público da área VIP, testando qual parte da plateia era a mais animada.

Em Hotter Than Hell, uma das músicas mais festejadas do show, os quatro telões instalados no palco exibiam a sensual silhueta de uma mulher entre chamas. O  baixista Gene Simmons cuspiu fogo no final da apresentação.

A chuva começou a cair na Praça da Apoteose, durante Parasite, e durou cerca de 25 minutos. Mas não atrapalhou . O show ganhou ainda mais empolgação. Enquanto alguns não paravam de pular, outros entoavam as letras cantadas por Paul Stanley. - Está chovendo muito, vocês querem ir embora? - perguntou Paul, para ouvir uma pronta resposta negativa da plateia.

O baterista Eric Singer conseguiu mexer com os fãs ao apresentar um longo solo durante 100,000 Years. Efeitos especiais com fumaça que saíam da bateria deram ainda mais brilho à exibição.
 
– Ontem estivemos em São Paulo. Foi legal, mas vocês são número um – afirmou Paul, que brincou ao acariciar as nádegas e rebolar.

Fogos de artifício e chuva, desta vez de papel picado, deram um brilho especial ao momento. Todos cantaram e dançaram. Para encerrar esta fase do show, o momento tão esperado. Paul quebrou sua guitarra, fazendo o público ainda mais feliz. As luzes se apagaram, mas ainda não era o fim da história.

Outras cinco canções foram cantadas após os pedidos de bis. Os mascarados voltaram ao palco com a bandeira do Brasil. - Nós amamos vocês. Não querem ir pra casa? Então, vamos tocar algo mais - prometeu Paul.

 O quarteto tocou ainda mais alguns sucessos, como I Was Made For Lovin' You e Lick It Up. Antes de se despedir, Gene ainda surgiu com a boca suja de sangue durante Won't Get Fooled Again.

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