China renova ofensiva sobre aplicativo de mensagens WeChat
A China iniciará uma ofensiva que durará um mês sobre o popular aplicativos de mensagens da Tencent Holdings, o WeChat, de acordo com relato da mídia estatal nesta terça-feira, o mais recente de uma série de limitações da liberdade de expressão on-line.
O WeChat, cujo nome chinês significa "micromensagem", rapidamente se tornou uma fonte de notícias para usuários experientes de dispositivos móveis na China
A China iniciará uma ofensiva que durará um mês sobre o popular aplicativos de mensagens da Tencent Holdings, o WeChat, de acordo com relato da mídia estatal nesta terça-feira, o mais recente de uma série de limitações da liberdade de expressão on-line.
O WeChat, cujo nome chinês significa "micromensagem", rapidamente se tornou uma fonte de notícias para usuários experientes de dispositivos móveis na China, onde a maioria das fontes tradicionais de notícias são muito censuradas.
- Algumas pessoas estão usando esta plataforma para disseminar informações prejudiciais negativas ou ilegais ao público, danificando seriamente o sistema de Internet e atingindo o interesse público, causando uma insatisfação entre usuários da Internet - disse uma pessoa não identificada que é responsável pela campanha à mídia estatal China News Service.
A ofensiva focará particularmente sobre contas que enviam informações com a capacidade "de comunicar (amplamente) e mobilizar a sociedade", segundo a matéria. As contas que espalham rumores e ideias sobre violência, terrorismo, traições e sexo serão alvos.
A Tencent não foi encontrada imediatamente para comentar.
Software Aveva
A empresa britânica de software Aveva Group divulgou uma alta no lucro do ano, puxada por uma demanda maior por seu software para projetos navais na região da Ásia-Pacífico, fazendo suas ações dispararem 14% atingindo uma máxima de seis meses.
As ações da Aveva, cujo software é usado para projetar navios, usinas elétricas e instalações de petróleo e gás, estavam entre as que mais subiam na Bolsa de Valores de Londres nesta terça-feira, com ganhos de 10,13% às 09h46 (horário de Brasília).
- Tem sido um ano forte para nós na Ásia-Pacífico, impulsionado principalmente por clientes coreanos, a maioria dos quais são construtores navais - disse à agência inglesa de notícias Reuters o presidente-executivo Richard Longdon.
A companhia também está buscando fazer uma aquisição na América do Norte, disse Longdon.
O lucro da companhia ajustado antes de impostos no ano subiu 11% para 78,3 milhões de libras (US$ 132 milhões).
A receita cresceu 8% para 237,3 milhões de libras.
Analistas esperavam em média uma receita de 238,69 milhões de libras, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.
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