O jornal chinês <i>Sputh China Morning Post</i> informou, nesta segunda-feira, que o governo da China redigiu uma primeira lei encaminhada a proteger a liberdade religiosa que entrará em vigor a partir de março de 2005, embora não vá incluir os grupos "ilegais".
A nova Previsão de Assuntos Religiosos está destinada a "proteger a liberdade de crença religiosa". No entanto, a nova normativa não aliviará a repressão de grupos religiosos como o budista Falun Gong e a Igreja Católica clandestina, considerados "ilegais" e perseguidos há anos por Pequim.