Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

China pressiona países ricos por cortes de CO2

Quarta, 29 de Julho de 2009 às 08:40, por: CdB

Os países ricos precisam aceitar cortes grandes e mensuráveis nas suas emissões de gases causadores do efeito estufa como parte de um eventual tratado climático global a ser adotado em dezembro numa reunião da ONU em Copenhague, disse uma autoridade chinesa nesta quarta-feira.

Xie Zhenhua, diretor-adjunto da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas para assuntos de política climática, disse à agência oficial Xinhua que o compromisso dos países industrializados seria crucial para um acordo. 

–  Os chineses acreditam que em Copenhague a chave do sucesso é definir para as nações desenvolvidas metas de redução de emissões em médio prazo que sejam grandes, quantificáveis – afirmou Xie.

As declarações foram feitas depois de EUA e China firmarem um acordo de cooperação nas áreas de mudança climática, energia e meio ambiente, mas sem metas específicas.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que o protocolo ilustra a importância da mudança climática nas relações sino-americanas, e que as duas partes discutiram em detalhes o corte de emissões com vistas à conferência de Copenhague.

Xie não chegou a repetir a reivindicação que Pequim vinha fazendo, de que até 2020 os países desenvolvidos reduzam suas emissões em 'pelo menos 40%' sobre os níveis de 1990. Isso indica que a China, maior emissor mundial de gases do Os países ricos precisam aceitar cortes grandes e mensuráveis nas suas emissões de gases causadores do efeito estufa como parte de um eventual tratado climático global a ser adotado em dezembro numa reunião da ONU em Copenhague, disse uma autoridade chinesa nesta quarta-feira.

Xie Zhenhua, diretor-adjunto da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas para assuntos de política climática, disse à agência oficial Xinhua que o compromisso dos países industrializados seria crucial para um acordo. 

–  Os chineses acreditam que em Copenhague a chave do sucesso é definir para as nações desenvolvidas metas de redução de emissões em médio prazo que sejam grandes, quantificáveis – afirmou Xie.

As declarações foram feitas depois de EUA e China firmarem um acordo de cooperação nas áreas de mudança climática, energia e meio ambiente, mas sem metas específicas.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que o protocolo ilustra a importância da mudança climática nas relações sino-americanas, e que as duas partes discutiram em detalhes o corte de emissões com vistas à conferência de Copenhague.

Xie não chegou a repetir a reivindicação que Pequim vinha fazendo, de que até 2020 os países desenvolvidos reduzam suas emissões em 'pelo menos 40%' sobre os níveis de 1990. Isso indica que a China, maior emissor mundial de gases do efeito estufa, poderia estar atenuando sua posição de olho em um acordo pragmático.

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