Rio de Janeiro, 18 de Outubro de 2026

China Mobile negocia com Apple para adotar iPhone

A China Mobile, maior operadora de telefonia celular do mundo em número de assinantes, quer adotar o iPhone o mais rápido possível para acelerar o serviço 3G no mercado chinês.

Sábado, 20 de Agosto de 2011 às 12:30, por: CdB

A China Mobile, maior operadora de telefonia celular do mundo em número de assinantes, quer adotar o iPhone o mais rápido possível para acelerar o serviço 3G no mercado chinês.China Mobile A companhia,  anunciou lucro no primeiro semestre acima das expectativas, apresentou ao presidente da Apple, Steve Jobs, sobre a introdução de um iPhone que adota a tecnologia nacional, TDSCDMA. O presidente do Conselho da operadora, Wang Jianzhou, não precisou uma data para o lançamento. A China Mobile tem 617 milhões de assinantes. Apesar de a China ser um mercado de telefonia celular de crescimento massivo, apenas 80 milhões das linhas são 3G. Até o fim de junho, a China tinha 907 milhões de usuários de telefone celular, mais do que toda a população da Europa. As três operadoras de telefonia celular da China oferecem muitas vantagens para atrair assinantes, o que tem motivado queda da receita media por usuário. China Mobile, China Unicom e China Telecom, na tentativa de ter mais usuários de 3G e smartphones, subsidiam aparelhos de Apple, Samsung e HTC diante de contratos de fidelidade de vários anos. Até agora, a China Unicom é a única que vende iPhones. "Mesmo se a China Mobile conseguir um acordo com a Apple para vender iPhones, isso talvez não se traduza em maiores lucros a curto prazo porque vai criar uma competição mais intensa", afirmou o presidente do BMI Funds Management, Patrick Shum. A China Mobile teve uma alta de 6,3% no lucro líquido no primeiro semestre, para 61,3 bilhões de yuan (US$9,6 bilhões), ante previsão de 59,8 bilhões de yaun. Esse crescimento foi o maior desde os 18% registrados no segundo semestre de 2008. As ações da China Mobile já perderam 2,7% no ano e caíram 0,6% nesta quinta-feira em Hong Kong, cujo principal índice de ações fechou em baixa de 1,3%.

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