Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

China enviará ao Rio maior delegação olímpica

A China enviará 416 atletas à Olimpíada do Rio de Janeiro, a maior delegação olímpica de sua história no exterior

Segunda, 18 de Julho de 2016 às 11:25, por: CdB

O integrante mais jovem da equipe é Ai Yanhan, de 14 anos, que irá disputar as provas de 200 metros estilo livre e revezamento 4x200 metros femininos

  Por Redação, com Reuters - de Xangai/Rio de Janeiro:   A China enviará 416 atletas à Olimpíada do Rio de Janeiro, a maior delegação olímpica de sua história no exterior, levando adiante uma busca de medalhas graças à qual o país assumiu o segundo lugar nos Jogos de Londres 2012, só atrás dos Estados Unidos.
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A China enviará 416 atletas à Olimpíada do Rio de Janeiro, a maior delegação olímpica de sua história no exterior
A nação asiática irá embarcar 256 mulheres e 160 homens para competirem em 26 esportes, disse o governo durante uma cerimônia na qual revelou a delegação em Pequim nesta segunda-feira, relatou a agência de notícias estatal Xinhua. Nos Jogos de Londres de 2012, foram 396 atletas. – Essa é a maior delegação olímpica que a China já enviou ao exterior – disse Cai Zhenhua, vice-diretor da Administração Geral do Esporte chinesa, segundo a Xinhua. Ele teria acrescentado que a delegação tem 711 membros, incluindo 29 treinadores estrangeiros. Os torcedores chineses ficaram aliviados com a inclusão do popular nadador Ning Zetao, objeto de rumores recentes segundos os quais teria sido cortado da equipe por ter muitos compromissos comerciais. O integrante mais jovem da equipe é Ai Yanhan, de 14 anos, que irá disputar as provas de 200 metros estilo livre e revezamento 4x200 metros femininos, e o mais experiente é Chen Ying, que tem 39 anos e foi campeão de tiro na Olimpíada de Pequim. Entre as ausências notáveis estarão o ginasta cinco vezes medalhista de ouro olímpico Zou Kai e a também ginasta adolescente Liu Tingting. O campeão olímpico de levantamento de peso Liao Hui, que perdeu os Jogos de 2012 depois de ser flagrado em um exame de doping, anunciou sua aposentadoria no Weibo, site chinês semelhante ao Twitter, nesta segunda-feira.

Rio 2016

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou na última sexta-feira que o Brasil vai reforçar a segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro com revistas mais rigorosas nos locais de competição e um aumento do número de militares na cidade, depois do ataque com um caminhão que deixou mais de 80 mortos em Nice, na França. Segundo o ministro, um adicional de 3,2 mil homens das Forças Armadas será disponibilizado para uma força de contingência que se somará aos mais de 21 mil militares já designados para a cidade do Rio durante os Jogos Olímpicos, que começam em 5 de agosto. – O evento de Nice nos preocupa e o evento de Nice vai se traduzir em mais controle, mais segurança, mais gente e procedimentos que vão ser ampliados – afirmou Jungmann a jornalistas em evento no Rio, explicando que vai haver um "pente-fino" em todos os protocolos de segurança. Jungmann participará ainda nesta sexta de uma reunião em Brasília convocada pelo presidente interino, Michel Temer, para tratar do assunto após o atentado na França, na quinta-feira à noite, quando um caminhão atropelou uma multidão que acompanhava fogos de artifício no feriado do Dia da Bastilha e matou 84 pessoas. O ministro da Defesa destacou que até agora não houve nenhum indicativo de ataque terrorista à Olimpíada. "Mantemos contato com 106 países que mandarão gente para o centro internacional de inteligência e até agora não há nenhum indicativo de ameaça potencial." – Temos hoje aproximadamente 500 mil cadastros de pessoas que têm alguma relação ou suspeitos de relação com terrorismo – acrescentou. O ministro disse ainda que vai haver de 8 mil a 10 mil pessoas disfarçadas dentro das arenas como parte de um plano que prevê 85 mil homens para fazer a segurança olímpica no Rio e nas cidades-sede do futebol. – Para chegar nos estádios já se teria que passar por três barreiras e o que vai se fazer agora é ser mais rigoroso, duplicar 'mag e bag' (revista de bolsas) e scanner e ser muito rígido, o que vai gerar desconforto, mas em nome da segurança – explicou.    
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