Rio de Janeiro, 19 de Setembro de 2026

China emite medidas para conter capacidade excessiva de produção

O Conselho de Estado da China, o gabinete do país, emitiu uma diretriz para resolver a questão de capacidade excessiva de produção, segundo um comunicado divulgado nesta terça-feira, pela página oficial do governo chinês.

Terça, 15 de Outubro de 2013 às 10:57, por: CdB
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Planta de produção de aço, no condado de Ganyu, na província de Jiangsu, na costa leste da China
O Conselho de Estado da China, o gabinete do país, emitiu uma diretriz para resolver a questão de capacidade excessiva de produção, segundo um comunicado divulgado nesta terça-feira, pela página oficial do governo chinês. A diretriz concentra-se em cinco setores que estão sofrendo com séria capacidade excessiva de produção: os de aço, cimento, alumínio eletrolítico, vidro plano e transporte marítimo. A ação é uma importante medida para que o governo alcance um crescimento estável, a reestruturação, a transformação e uma versão atualizada da economia chinesa, segundo a “Diretriz para Resolver Séria Capacidade Excessiva de Produção”, divulgada pelo governo. O documento desempenhará um importante papel nos esforços atuais e futuros para transformar o crescimento econômico e promover a reestruturação industrial, de acordo com o comunicado. Algumas medidas já vêm sendo tomadas pelo governo há alguns meses. Em junho, por exemplo, o Ministério da Indústria e da Tecnologia da Informação ofereceu a cerca de 1.400 companhias e 19 indústrias a suspensão da produção excedente e a eliminação da capacidade extra até o fim do ano. Entre elas estão algumas das indústrias que mais consomem energia e que mais poluem na China, como a indústria do aço, do alumínio e do cimento. Em agosto, a agência de notícias oficial, Xinhua, informou que a meta era ater-se à política do presidente Xi Jinping, de priorização dos cortes em capacidade extra e a aceleração da reestruturação industrial chinesa. A agência de notícias dotou, além disso, que as autoridades chinesas vêm cortando a capacidade extra de produção de aço, cimento e alumínio eletrolítico há uma década, embora o número de produtores que se encaixe na medida tenha subido de três, em 2003, para 19, em 2013.
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