Rio de Janeiro, 08 de Outubro de 2026

China é hoje terceira maior economia mundial

A revisão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2007 da China, para cima, nesta quarta-feira, de 11,9% para 13%, eleva o país à condição de terceira maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão e na frente da Alemanha. Os dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatística mostram que o PIB chinês chegou a US$ 3,764 trilhões, acima dos US$ 3,32 trilhões da Alemanha. Crise atingiu o país no ano passado e reduziu expectativa de crescimento

Quarta, 14 de Janeiro de 2009 às 08:59, por: CdB

A revisão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2007 da China, para cima, nesta quarta-feira, de 11,9% para 13%, eleva o país à condição de terceira maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão e na frente da Alemanha. Os dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatística mostram que o PIB chinês chegou a US$ 3,764 trilhões, acima dos US$ 3,32 trilhões da Alemanha. Anteriormente, a república comunista já havia revisado o número de seu crescimento de 2007, em abril do ano passado, e o aumentou de 11,4% para 11,9%. Desta vez, porém, o índice revisado indica o crescimento mais rápido do PIB desde 1993, quando a economia se expandiu 13,5%.

Ainda que o crescimento de 2007 tenha sido expressivo, as contas para 2008 foram menos otimistas, devido à desaceleração da economia chinesa durante o ano e ao impacto da crise econômica mundial no gigante asiático. A economia do país que passou a adotar como conceito econômico o comunismo de mercado mostrou uma tendência de declínio no ano passado, com um crescimento de 10,6% no primeiro trimestre, de 10,4% no segundo e de 9% no terceiro.

Nos nove primeiros meses de 2008, a China cresceu 9,9%, abaixo dos dois dígitos, pela primeira vez em cinco anos. No final de novembro do ano passado, o Banco Mundial revisou para baixo suas previsões de crescimento da China para 2008, dos 9,8% ficados em junho para 7,5%.

A revisão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2007 da China, para cima, nesta quarta-feira, de 11,9% para 13%, eleva o país à condição de terceira maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão e na frente da Alemanha. Os dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatística mostram que o PIB chinês chegou a US$ 3,764 trilhões, acima dos US$ 3,32 trilhões da Alemanha. Anteriormente, a república comunista já havia revisado o número de seu crescimento de 2007, em abril do ano passado, e o aumentou de 11,4% para 11,9%. Desta vez, porém, o índice revisado indica o crescimento mais rápido do PIB desde 1993, quando a economia se expandiu 13,5%.

Ainda que o crescimento de 2007 tenha sido expressivo, as contas para 2008 foram menos otimistas, devido à desaceleração da economia chinesa durante o ano e ao impacto da crise econômica mundial no gigante asiático. A economia do país que passou a adotar como conceito econômico o comunismo de mercado mostrou uma tendência de declínio no ano passado, com um crescimento de 10,6% no primeiro trimestre, de 10,4% no segundo e de 9% no terceiro.

Nos nove primeiros meses de 2008, a China cresceu 9,9%, abaixo dos dois dígitos, pela primeira vez em cinco anos. No final de novembro do ano passado, o Banco Mundial revisou para baixo suas previsões de crescimento da China para 2008, dos 9,8% ficados em junho para 7,5%.

Declínio

Apesar dos bons números no cálculo do PIB, o comércio entre a China e os Estados Unidos atingiu US$ 333,7 bilhões em 2008, o que significa volume 10,5% maior que no ano passado, mas carrega a marca da forte desaceleração ocorrida nos últimos meses do ano passado devido à crise econômica global. O comércio entre os países cresceu abaixo da média do comércio exterior chinês, que aumentou 17,8% em 2008, segundo as autoridades chinesas.

A baixa demanda norte-americana fez com que também caíssem as exportações da China para os EUA, seu segundo parceiro comercial atrás da União Europeia (UE), informa o diário oficial China Daily. As exportações chinesas para os EUA cresceram 8,4% no ano passado, menos da metade do que subiram as vendas chinesas para fora do país em conjunto. Segundo o presidente da Câmara de Comércio dos EUA, Thomas J. Donohue, os negócios com a China sofreram uma redução "drástica" na segunda metade de 2008 devido à crise. Ele prevê que o comércio bilateral continuará em queda na primeira metade de 2009, embora espere uma melhora para 2010.

O China Daily também informou que as exportações chinesas caíram 2,8% em dezembro em comparação com o mesmo mês do ano anterior, após uma queda em novembro. Foi a primeira vez em uma década que as exportações chinesas descem em dois meses consecutivos. Os analistas preveem um crescimento zero para as exportações no primeiro trimestre de 2009 e uma queda de até 6% no segundo.

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