A partir de 15 de maio as mulheres chilenas que comparecerem aos consultórios ou postos de saúde denunciando ter sofrido abusos, receberão a pílula do dia seguinte para evitar uma gravidez indesejada.
O fornecimento da pílula não requer que as vítimas apresentem queixa de estupro ou façam uma denúncia nos tribunais. A medida gerou uma nova queda de braço entre o Governo Chileno e a Igreja Católica.