Rio de Janeiro, 05 de Setembro de 2026

Charlie Hebdo será em breve lançado na Ucrânia

O semanário francês Charlie Hebdo, especializado em sátira política e social, será em breve publicado na Ucrânia, informou um colaborador da publicação, Francois Anglande.

Sábado, 02 de Maio de 2015 às 10:19, por: CdB
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A primeira edição da revista depois do ataque, chamada "a edição dos sobreviventes", foi lançada em 14 de janeiro
O semanário francês Charlie Hebdo, especializado em sátira política e social, será em breve publicado na Ucrânia, informou um colaborador da publicação, Francois Anglande. - Você não vai acreditar — em breve vamos ser lançados na Ucrânia - escreveu Anglande na sua página em Facebook. Ele explicou que a equipe editorial da Ucrânia vai escrever seus próprios artigos, e escritório de Paris "só vai acompanhar o lançamento". No início de janeiro, na França houve uma série de atentados terroristas, que começou com o ataque à sede do Charlie Hebdo por causa de uma série de caricaturas do profeta Maomé. Foram mortas 17 pessoas, incluindo três policiais. Em duas operações especiais, a polícia eliminou três terroristas. A primeira edição da revista depois do ataque, chamada "a edição dos sobreviventes", foi lançada em 14 de janeiro. Devido ao enorme impacto midiático do atentado, o número de exemplares foi aumentado de 1 para 8 milhões. Para os jornalistas ucranianos, o lançamento do tal semanário é passo bastante ousado, levando em conta a recente série de assassinatos de jornalistas que não partilhavam os pontos de vista das atuais autoridades de Kiev. Em abril, o jornalista Oles Buzina, de 45 anos, apoiante do ex-presidente ucraniano Viktor Yanukovich, foi morto na rua. Na noite anterior, Oleh Kalashnikov, ex-deputado e crítico feroz do governo atual, também foi assassinado em Kiev. Antes disso, a editora-chefe do jornal ucraniano Neteshinsky Vestnik, Olga Moroz, foi encontrada morta no seu apartamento com vestígios de morte violenta. O jornalista Sergei Sukhobok, um dos fundadores dos veículos online Obkom e ProUA, que também era conhecido por sua oposição ao atual regime ucraniano, foi morto no passado 13 de abril.
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