O ex-prefeito do Rio por 3 vezes, César Maia (DEM), a exemplo de José Serra (leiam nota abaixo) também não mudou. Continua com o mesmo comportamento errático, parecido com biruta de aeroporto, como sempre foi. Mesmo depois de perder feio a eleição de senador no ano passado (ficou em 3º lugar), o ex-prefeito carioca continua atirando para todo lado.
No momento, ensaia aproximações com o ex-adversário e ex-governador, agora deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) e disse em entrevista à Folha de S.Paulo que não vai disputar proximamente nem a prefeitura, nem o governo do Estado do Rio. Também, seus herdeiros debandaram.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) há muito saiu de seu grupo; o ex-deputado e ex-vice-presidente da chapa de José Serra, Índio da Costa, abandonou o DEM e foi para o PSD do prefeito paulistano Gilberto Kassab; e seu filho, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi defenestrado do comando nacional do DEM antes de terminar sua presidência nacional. E, dizem, não se elege em eleição majoritária no Rio.
Agora, explicou César Maia, em entrevista à Folha de S.Paulo, ele espera as mudanças de regras pelo Congresso Nacional para disputar uma vaga no PARLASUL, o Parlamento do MERCOSUL. Será que é isto mesmo? Ou tem fundamento o que coloca hoje o humorista Tutty Vasques no Estadão, de que a aproximação Maia-Garotinho visa a constituição de uma chapa dos filhos, vereadora Clarissa Garotinho-deputado Rodrigo Maia, para disputar a prefeitura do Rio no ano que vem?
O problema dos Maias cariocas, o de César e o de Rodrigo mais ainda, é um só: não têm votos já que o julgamento do povo e do eleitor do Rio é negativo sobre suas gestões e atuações, seja no governo, seja no Parlamento, seja no partido deles, o DEM.