Rio de Janeiro, 06 de Setembro de 2026

Cerco a hotel na Somália termina após a morte de 14 insurgentes

Sábado, 28 de Março de 2015 às 16:33, por: CdB
somalia.jpg
Manifestantes protestam contra ataques de rebeldes do al Shabaab
Um cerco feito por militantes do al Shabaab na capital da Somália foi encerrado e o número final de mortos com o ataque ficou em 14, disse uma autoridade sênior do governo neste sábado. Os combatentes do Al Shabaab explodiram a entrada e atiraram no popular Hotel Maka Al Mukaram na sexta-feira à tarde, prendendo muitas autoridades do governo. O pessoal de segurança, liderado por uma unidade das tropas de força especiais de elite treinadas pelos Estados Unidos, conhecida como "Gaashaan" (Escudo) invadiram o hotel na sexta-feira à tarde e combateram os atacantes neste sábado. Mohamed Abdi, Ministro da Informação, afirmou que os 14 mortos incluíam o embaixador da Somália para Genebra, cinco civis, quatro guardas do hotel e quatro soldados do governo. Quatro atacantes, incluindo o que detonou o carro-bomba, também morreram. – A operação no hotel está encerrada e esses são os corpos dos militantes que queriam matar nosso povo. Obrigado às nossas forças que salvaram nosso povo no hotel – disse ele na cena, enquanto mostrava os corpos dos militantes mortos aos jornalistas. A polícia havia afirmado anteriormente que havia 15 mortos e 20 feridos. Insurgentes sírios Grupos islamitas incluindo a frente Nusra da Al Qaeda apreenderam grandes partes da cidade da Síria de Idlib pela primeira vez desde que o conflito no país começou, disseram combatentes e um grupo de monitoramento neste sábado. A televisão estatal síria disse que o exército estava envolvido em combates e conseguiu deter o avanço dos insurgentes nos lados do norte, leste e sul da cidade. "O exército está lutando batalhas ferozes para restabelecer a situação de volta ao que era", disse. Idlib, uma cidade de 100 mil habitantes, fica perto da principal estrada estratégica que liga Damasco a Aleppo e também está próxima da província costeira de Latakia, um reduto do presidente sírio, Bashar al-Assad. "Eles entraram na cidade a partir de vários lados, mas o grande impulso foi a partir dos lados norte e oeste", disse Rami Abdelrahman, do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um grupo com sede na Grã-Bretanha, que monitora o conflito. Se os insurgentes apreenderem Idlib, capital de uma província do noroeste do mesmo nome, a província seria a segundo depois de Raqqa a ser totalmente controlada por rebeldes. Raqqa é um reduto do grupo Estado Islâmico e tem sido alvo de ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos.
Tags:
Edições digital e impressa