O presidente-executivo do Twitter, Dick Costolo, vai se encontrar com autoridades do governo de Xangai, acadêmicos e estudantes em sua primeira visita à China, sinalizando o interesse do Twitter de entrar em um lucrativo, mas espinhoso mercado, com 600 milhões de usuários de Internet.
O presidente-executivo do Twitter, Dick Costolo, vai se encontrar com autoridades do governo de Xangai, acadêmicos e estudantes em sua primeira visita à China
O presidente-executivo do Twitter, Dick Costolo, vai se encontrar com autoridades do governo de Xangai, acadêmicos e estudantes em sua primeira visita à China, sinalizando o interesse do Twitter de entrar em um lucrativo, mas espinhoso mercado, com 600 milhões de usuários de Internet.
O Twitter, que é bloqueado pela censura na China desde 2009, descreveu a viagem como um tour pessoal para Costolo, que planeja passar três dias em Xangai a partir desta segunda-feira. Ele não tem uma visita a Pequim programada.
Costolo tem uma reunião agendada com autoridades do governo de Xangai, incluindo representantes da Zona Piloto de Livre Comércio de Xangai, estabelecida em 2013 para testar medidas de liberalização de mercado, como regras menos rígidas sobre conversão de moeda e investimento estrangeiro direto. Autoridades, no entanto, negaram notícias na mídia de que as restrições e a censura na Internet, incluindo o bloqueio ao Twitter, serão relaxadas na Zona Piloto.
Qualquer tentativa de entrar na China com a aprovação de Pequim seria uma proposta delicada para o Twitter, que se orgulha de sua reputação de defender a liberdade de expressão e de refutar pedidos de governos por dados privados de usuários.
Em um comunicado à agência inglesa de notícias Reuters, o Twitter se recusou a comentar o que Costolo pretende conversar com autoridades chinesas.
- Dick está visitando a China pois quer aprender mais sobre a cultura chinesa e o próspero setor de tecnologia do país - disse um porta-voz do Twitter.
Aplicativo ajuda consumidores
Amantes da moda invejosos de roupas, sapatos e acessórios usados por estranhos ou vistos em websites podem recorrer a novos aplicativos de compras para encontrar, comprar ou alugar itens semelhantes. Como o aplicativo de música Shazam, que identifica canções baseadas em trechos de músicas, os novos aplicativos de moda usam fotos e tecnologia de reconhecimento de imagem para encontrar uma roupa similar.
- As pessoas veem itens que gostam na rua, mas não podem ir até a pessoa usando-os e perguntar onde compraram - disse Daniela Cecilio, presidente-executiva da startup com sede em Londres Asap54.
- Ou eles podem ver os itens que gostam no Instagram, Tumblr, Facebook ou Twitter, mas não podem clicar para comprá-los - acrescentou, referindo-se os sites de mídia social.
Com o aplicativo Asap54 para iPhone, que foi lançado no mês passado, os usuários tiram uma foto de um item, ou fazem upload de uma imagem já existente, e descrevem o que é para ajudar o aplicativo a identificá-lo. O aplicativo recomenda algo semelhante a partir de mais de 150 parceiros comerciais nos Estados Unidos, Europa e outros países.
O aplicativo Style Eyes para iPhone e Android também usa uma foto para encontrar o artigo desejado ou um semelhante, que pode ser comprado em seu catálogo de 600 varejistas no Reino Unido e 300 nos Estados Unidos.
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