Ao contrário do que se pensava, as células musculares do coração se regeneram ao longo da vida, segundo cientistas.
A descoberta, publicada na revista Science, mostra que a taxa de regeneração dessas células, os cardiomiócitos, é de 1% ao ano até os 25 anos, caindo para 0,45% aos 75.
De acordo com Jonas Fisen, coautor do estudo, o objetivo é estimular o processo nos portadores de doenças cardíacas.
– Seria um modo de tentar fazer com que o coração se autoajude no lugar de fazer transplantes de células – afirmou.
O estudo abre também a possibilidade de conhecer a predisposição dos pacientes a doenças cardíacas.