Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

CEF amplia em 57% dinheiro de habitação

Sábado, 12 de Fevereiro de 2011 às 13:06, por: CdB

Na série boas notícias, trago mais duas excelentes: a primeira é que a Caixa Econômica Federal (CEF) teve um aumento 57,2% no volume de investimentos em habitação, comparados os anos de 2010 e 2009. Ano passado, a soma chegou a R$ 77,8 bi.

Este é um número do qual devemos nos orgulhar, porque foram R$ 27,7 bi saídos da caderneta de poupança para o financiamento do que é considerado o maior sonho do brasileiro (a casa própria) 203,9 mil moradias; e R$ 31 bi do FGTS, responsável por mais 398,6 mil novas unidades habitacionais.

Agora, o mais importante é que a CEF, hoje responsável por 70% de todo o crédito imobiliário ofertado no mercado brasileiro, destinou R$ 51,3 bi diretamente para o Minha Casa, Minha Vida, programa de construção de 1 milhão de moradias em sua fase inicial.

O banco é responsável pelo financiamento desse 1 milhão de moradias - 936,5 mil com intervenção direta da Caixa - que já beneficiaram 91 mil famílias com renda entre dois e três salários mínimos.

E melhor: a expectativa é que neste ano, mais 400 mil unidades sejam entregues e a carteira de crédito cresça 30%. Um sucesso em termos de resultado que, como bem lembrou a presidenta do Banco, Maria Fernando Ramos Coelho, deve-se às parcerias entre os poderes públicos e o setor de construção civil.

Aumentam contratações na indústria

 

Como as boas novas em matéria econômica não param de chegar, agora a segunda boa notícia: no setor da indústria, as constratações avançaram 3,4% em 2010, um dos maiores crescimentos registrados pela série do IBGE, iniciada em 2002.

Os setores que mais se destacaram na produção industrial foram os de metalurgia básica que teve um crescimento de 7,7%, e bens de capital com 7,3%. Este desempenho positivo nas contratações, segundo André Macedo técnico do IBGE, reflete a alta da produção industrial que avançou 10,5% em 2010.

Ele também considera que as taxas recordes de emprego industrial no ano passado, indicam a recuperação gradual do trabalho formal (com carteira assinada) depois da queda de 5% em 2009, reflexo da crise financeira internacional.

Agora, o principal é que além de aumentar o número de emprego, houve também o crescimento de 6,8% na folha de pagamento real das fábricas. Como vocês podem ver, bons ventos nas áreas de habitação, emprego e aumento da renda. Três pilares que sustentam a qualidade de vida do nosso povo.

 

Tags:
Edições digital e impressa