CCEE deve operacionalizar sete leilões de energia em 2014
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou durante a primeira reunião do ano do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), realizada na última quinta-feira, que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deve operacionalizar sete leilões em 2014.
Os certames de 2014 marcarão os dez anos da CCEE à frente da condução da parte tecnológica da contratação de energia
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou durante a primeira reunião do ano do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), realizada na última quinta-feira, que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deve operacionalizar sete leilões em 2014 para a contratação de energia elétrica para o mercado regulado, no qual as distribuidoras são responsáveis pelo suprimento dos consumidores em suas áreas de concessão.
Os certames de 2014 marcarão os dez anos da CCEE à frente da condução da parte tecnológica da contratação de energia, que envolve a especificação, teste e homologação da plataforma eletrônica na qual acontecem os leilões. O software necessita estar em constante evolução para levar em conta detalhes da sistemática desenhada para cada licitação.
- Com certeza o formato dos leilões, que permite a concorrência entre diversos empreendedores de forma simultânea e em tempo real, por meio de lances por preço, possibilitou uma grande economia ao consumidor brasileiro de energia. Uma das principais características do modelo é facilitar a entrada de novas fontes por meio de mecanismos de competição - destaca o gerente executivo de Leilões e Mercado Regulado da CCEE, Alexandre Viana.
Segundo Alexandre Viana, a CCEE recebeu profissionais de diversos países interessados em conhecer o formato em que os leilões são realizados e os resultados apresentados. As visitas incluem comitivas européias, como de Alemanha e França, de vizinhos latinos como Argentina, Chile, Uruguai, Costa Rica e Colômbia, e até os orientais de Coreia do Sul e Japão.
A Câmara informou ainda que a instituição e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deixaram de divulgar previamente, nos últimos leilões, informações que poderiam prejudicar a competição, como o número de proponentes na disputa por um empreendimento, tornando as informações relacionadas aos certames seguras e confidenciais.
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