O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, conhecido como "Bida", foi condenado, nesta terça-feira, a 30 anos de prisão pela morte da missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, em Anapu, no Oeste do Pará. Por cinco votos a dois, os jurados entenderam que ele foi um dos mandantes e mentor intelectual do crime. Cabe recurso.
A pena é de 30 anos de reclusão por homicídio duplamente qualificado, com o agravante de a vítima ser idosa. Moura não poderá recorrer da sentença em liberdade, como queria a defesa.
O júri teve início na segunda-feira. Nesta terça, a sessão começou com as explanações do Ministério Público, representado pelo promotor de Justiça Edson Cardoso, com auxílio de advogados. Depois, os advogados Américo Leal e Eduardo Imbiriba fizeram a defesa do fazendeiro.
Após as réplicas e tréplicas e os jurados foram para a sala secreta.
Caso Dorothy Stang: mandante é condenado a 30 anos de prisão
Terça, 15 de Maio de 2007 às 14:58, por: CdB