A principal suspeita do assassinato do coronel Ubiratan Guimarães, a advogada Carla Cepollina, de 42 anos, prestou mais um depoimento na manhã desta segunda-feira na sede do Departameno de Hoimicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), antes de ser indiciada por homicídio doloso pelo crime, cometido no dia 9 de setembro.
Nos últimos depoimentos da namorada do coronel, ela nega envolvimento no crime. Apesar de alegar que ao deixar o apartamento do coronel ele ainda estava vivo, Carla foi a última a ser vista com a vítima. Além disso, há várias contradições, como o horário da saída da advogada do apartamento e a roupa usada no dia do crime. Laudos da perícia indicaram que Ubiratan morreu entre 19h30 e 20h30.
A polícia acredita que o crime foi motivado por uma crise de ciúmes. Essa tese foi constatada depois da análise dos extratos telefônicos da vítima. O coronel fez uma ligação minutos antes do crime para a delegada federal do Pará Renata Madi, com quem supostamente ele mantinha um relacionamento afetivo.
Carla depõe na condição de principal suspeita de crime
A principal suspeita do assassinato do coronel Ubiratan Guimães, a advogada Carla Cepollina, de 42 anos, prestou mais um depoimento na manhã desta segunda-feira na sede do Departameno de Hoimicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), antes de ser indiciada por homicídio doloso pelo crime, cometido no dia 9 de setembro. (Leia Mais)
Segunda, 25 de Setembro de 2006 às 09:18, por: CdB