Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Caio Júnior procura inspiração no rival Coritiba

Observar a final da Copa do Brasil entre Vasco e Coritiba fez parte da agenda de Caio Júnior. Não apenas como um admirador de futebol, mas também como interessado direto, já que o Botafogo enfrenta o time paranaense neste domingo, no Engenhão. O treinador alvinegro pretende analisar melhor o adversário com o grupo.

Quinta, 09 de Junho de 2011 às 07:33, por: CdB
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Observar a final da Copa do Brasil entre Vasco e Coritiba fez parte da agenda de Caio Júnior. Não apenas como um admirador de futebol, mas também como interessado direto, já que o Botafogo enfrenta o time paranaense neste domingo, no Engenhão. O treinador alvinegro, que pediu a seus jogadores para que também acompanhassem a partida, pretende analisar melhor o adversário com o grupo. Porém, o Coritiba já é um time no qual ele mantém a atenção, sendo até mesmo um espelho. – Ressalto que eles estão fazendo algo que tento aqui, o esquema de jogo é o mesmo, 4-2-3-1. O segredo é repetição de escalação e sistema. O Coritiba conseguiu o que queremos brevemente no Botafogo: uma equipe que jogue futebol, saiba se defender, competitiva e que brigue por títulos. Não tem jogadores famosos, mas teve um recorde de vitórias e está em uma final. É um exemplo, sim –, admitiu Caio Júnior, elogiando também os dois clubes em relação à estrutura e à seriedade das diretorias. No Botafogo, ele tem se animado com a evolução dentro de campo, mas mantém um trabalho de fundamentos, como o treino técnico desta quarta-feira no Engenhão. – Essa história de que fundamento tem que ser feito na categoria de base e o jogador chegar pronto é lenda. Todo jogador tem algo a melhorar no profissional. Adotamos uma ideia de treinamento, que aprendi um pouco no Japão, de trabalhar os fundamentos dentro da atividade. Entre aquecimento e parte tática, hoje trabalhamos domínio, cabeceio e passe. Com o tempo você nota que ajuda. O jogador precisa e ganha confiança. Achei o treino muito bom, muito dinâmico. Houve troca de passes, posse de bola, virada de jogo. A evolução é nítida –, diz Caio Júnior.
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