O governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral voltou a defender nesta quinta-feira a política de segurança pública do Estado. Um dia após a operação policial que deixou dez mortos nas favelas da Coréia, Rebu e Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ele disse que “a política do enfrentamento quem faz é o bandido e não a polícia”.
– Da [Avenida] Vireira Solto à favela da Coréia se entra com informação e investigação – disse.
Ao entrar para sessão na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Cabral afirmou que os policiais usam o serviço de inteligência antes das operações policiais. Na quarta-feira buscavam um dos líderes do tráfico de drogas no local.
– Os policiais estavam cumprindo seu papel e foram recebidos a bala. Isso é sinal de que na Coréia tem poder paralelo e que se rejeitou a presença dos agentes – disse.
Além das dez mortes, o tiroteio provocou ainda o fechamento de duas escolas e duas creches municipais, no primeiro dia do ano letivo da rede municipal de ensino. Cerca de 6,6 mil alunos ficaram sem aula.
O governador também confirmou que novos postos de policiamento comunitário serão instalados na cidade ainda este mês. O próximo será na Cidade de Deus, com inauguração prevista para o dia 16, e um outro na comunidade do Batan, dia 18, ambas na Zona Oeste. Essa modalidade de policiamento já foi implantada na comunidade de Dona Marta, Zona Sul, onde a polícia expulsou traficantes do local.
Cabral defende política de segurança do Rio um dia depois de mortes em favelas
O governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral voltou a defender nesta quinta-feira a política de segurança pública do Estado. Um dia após a operação policial que deixou dez mortos nas favelas da Coréia, Rebu e Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ele disse que “a política do enfrentamento quem faz é o bandido e não a polícia”.(Leia Mais)
Quinta, 05 de Fevereiro de 2009 às 11:54, por: CdB