Rio de Janeiro, 09 de Outubro de 2026

Cabo PM é morto por assaltantes em falsa blitz na Zona Norte do Rio

O cabo da Polícia Militar (PM) Anderson da Silva Oliveira, de 30 anos, morreu na manhã deste domingo ao reagir à tentativa de assalto, em uma falsa blitz na Avenida Marechal Rondon, no bairro do Rocha, Zona Norte do Rio. (Leia Mais)

Domingo, 11 de Janeiro de 2009 às 11:58, por: CdB

O cabo da Polícia Militar (PM) Anderson da Silva Oliveira, de 30 anos, morreu na manhã deste domingo ao reagir à tentativa de assalto, em uma falsa blitz na Avenida Marechal Rondon, no bairro do Rocha, Zona Norte do Rio. Oliveira pilotava sua moto, por volta das 7h, quando percebeu que seria detido por ladrões disfarçados de policiais e tentou fugir, mas foi alvejado no abdome e levado por pessoas que passavam no local até o Hospital Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O PM estava lotado no lotado no 2° BPM (Botafogo).

O pânico que se seguiu à morte do PM Oliveira fez com que motoristas tentassem fugir do local, mas os assaltantes ainda conseguiram roubar um Citroën C3, depois de abandonar um Pólo prateado, e fugir do local. Eles deixaram a Rua Vitor Meireles, transversal à Avenida Marechal Rondon, e desapareceram no complexo de favelas que domina a região. PMs do 9º Batalhão foram acionados e chegaram ao local em questão de minutos, mas não chegaram a localizar o bando.

Nova versão

Uma nova versão acerca da morte de uma pessoa, na tarde deste sábado, no bairro da Abolição, distante 8 km dali, na Zona Norte do Rio, passou a ser investigada, neste domingo, por agentes da Polícia Civil. Segundo informações obtidas junto à comunidade, a vítima, Glauber Jesus do Nascimento, de 37 anos, foi alvo de um atentado cometido por traficantes que comandam a venda de drogas na região.

Na tarde desta sábado, uma intensa troca de tiros entre Nascimento e um grupo de homens armados levou o pânico às ruas do bairro. O assassinato ocorreu na altura da Rua João Ribeiro, próximo ao número 522. Glauber Nascimento, atingido várias vezes, foi encaminhado para o Hospital Salgado Filho, no Méier, onde não resistiu aos ferimentos e morreu.

Policiais do 3º Batalhão da Polícia Militar averiguaram a ocorrência e seguiram com o processo para a Polícia Civil. A marca do crime ficou estampada pela saraivada de balas nos muros, paredes e janelas das casas, na vizinhança. A mesma fonte confirma que os envolvidos eram ligados à máfia dos caça-níqueis, supostamente liderada pelo ex-chefe de Polícia do Rio e deputado cassado Álvaro Lins.

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