Rio de Janeiro, 04 de Outubro de 2026

Brizola, o último dos Maragatos

Sábado, 23 de Julho de 2011 às 20:45, por: CdB

Por Itagiba de Moura Vargas 24/07/2011 às 02:31

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Brizola, o último dos Maragatos

Bah tchê!

Eu, na condição de maragato indignado, não só vou querer ver, como exigir que aconteça esta prestação de conta, que é mais que uma prestação de conta.
Trata-se de um ajuste de conta espiritual, que só o Mestre está em condições de presidir.

Quero aproveitar e deixar registrado, que as duas vezes que o ex-governador Leonel Brizola manteve contato com o Mestre o ouviu atentamente, tendo inclusive recomendado aos seus seguidores mais próximos o livro do Mestre - Um Conto de Tolstoi a Luz da OASKA.

Principalmente no que diz respeito à presidenta e primeira dama, discípula de Leonel Brizola, que no momento deve continuar na sua sepultura questionando e contestando comportamentos tão traiçoeiros e anti- pátria de pessoas que o utilizaram como trampolim para alcançar o controle do país e durante esses anos iludiram o povo às custa da venda de todo sistema nervoso das rodovias, além de entregar todo sistema das comunicações como a Telefônica, que rouba descaradamente o povo , além da Vale do Rio Doce, que é um verdadeiro país, dentro do Brasil. Tudo isso foi entregue na bandeja aos gringos, com essas três incalculáveis minas de ouro, daria para resolver o problema da fome do mundo.

Agora só falta a primeira dama e o ex- presidente, venderem a Petrobrás e o Banco do Brasil, após ter usurpado a bandeira trabalhista de Getúlio Vargas.
Resumindo: com a doutrina de Getúlio as idéias de Brizola o último dos maragatos e as obras realizadas pelo regime autoritário, eles conseguiram, até hoje, sobreviver e encher a burra com o nosso sagrado trabalho.

Quem foi, afinal, Leonel Brizola, por quem muitos brasileiros, com um lenço vermelho no pescoço, bem à moda maragata, verteram compungidas lágrimas durante o velório e promoveram uma vaia fenomenal ao traidor Lula da Silva quando este tentou se aproximar do defunto no Rio de Janeiro?

Antes de mais nada, Brizola simbolizava como ninguém o protótipo do anarquista espanhol, Don Pepe, que vagueia na trilogia O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo: se há governo, sou contra!. Prova disso foi o seu rápido afastamento de Lula quando este, enfim, se tornou presidente do Brasil. Não havia ninguém que fazia críticas tão ácidas quanto Brizola. Mas, afinal, o que queria o último dos maragatos? O que queria o maior de todos os nossos carbonários? Enfim, qual era o tipo de Brasil que existia na imaginação do ultranacionalista Leonel de Moura Brizola, o antiamericano número um do continente?

 http://www.youtube.com/watch?v=9SWCGROjRsc

Ao Mestre, meus cumprimentos pela data, receba um forte aperto de mão,
do seu discípulo certo, Itagiba de Moura Vargas
O antepenúltimo dos Maragatos

Extraído do GEH - Grupo de Estudos Humanus
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